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Após reunião da diretoria do Instituto dos Rodoviários - IROMAT definiu calendário das atividades sociais que realizará durante o ano de 2017. Na prática, a lista de evento reafirma as já tradicionais atividades desenvolvidas pelos Rodoviários em Cuiabá e Região, como a Corrida do Motorista e a festa anual. 

Dentre outras responsabilidades, o IROMAT é responsável pelos convênios do Sindicato dos Rodoviários, pela gestão dos projetos sociais que envolvem diversas áreas de atuação, sempre buscando parcerias com outras instituições e entidades sindicais. 

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/16, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), aumenta a jornada de trabalho das atuais 8 horas para até 10 horas diárias. Reduz ainda o aviso prévio de 90 para 30 dias e também determina a prevalência das disposições previstas em convenções ou acordos coletivos e prazo prescricional de dois anos até o limite de três meses para ações ajuizadas após a extinção do contrato de trabalho, obrigatoriamente submetidas à Comissão de Conciliação Prévia.

A proposta é uma aberração. Mas em tempos bicudos como os que vivemos está valendo tudo. O movimento sindical terá muito trabalho em 2017. Não poderá descuidar em nenhum momento, pois o mercado está cada vez mais assanhado contra os direitos e conquistas dos trabalhadores.

O intrigante desta proposta não é só o conteúdo apresentado, mas também o fato de membros do PT, PCdoB e PSB que têm forte relação com o movimento sindical terem assinado como signatários de matéria que é um retrocesso em relação aos direitos consignados na legislação trabalhista. Acreditamos que o fizeram sem prestar atenção no mérito da iniciativa.

Tramitação
Inicialmente, a proposta será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça, onde terá a constitucionalidade aferida. Se passar na CCJ será apreciada por comissão especial, que analisa o mérito do texto.

CNTTT 

Quando o veículo ficar parado e imobilizado mais do que o tempo estipulado em contrato deve-se cobrar taxa adicional.

Os prazos normais para as operações de carga e descarga com utilização de um ajudante estão relacionados abaixo.

No caso de ser utilizado mais de um ajudante, o peso por minuto deve ser aumentado proporcionalmente:

– Tempo de espera e carregamento para carga não paletizada (lotação): 3 h

– Tempo de espera e descarregamento para carga não paletizada (lotação): 3 h

– Tempo de espera e carregamento para carga paletizada (lotação): 1h 30

– Tempo de espera e descarregamento para carga paletizada (lotação): 1h 30

Quando a imobilização do veículo for superior aos prazos acima, deve-se cobrar uma taxa adicional para se ressarcir dos custos.

Esta taxa corresponde ao custo fixo do veículo (remuneração do capital, salário do motorista e de oficina, reposição do veículo e do equipamento, licenciamento e seguros):

Confira:

CHP = Custo da hora parada

CFM = Custo fixo mensal do veículo utilizado

230 = Horas trabalhadas por mês pelo veículo

0,8 = Taxa de administração e de remuneração do serviço

Deve ser cobrado também o tempo adicional de ajudantes envolvidos na operação e não computados no custo fixo do veículo.

Caso não haja contrato, prevalece o valor por tonelada/hora, previsto na Lei no 11.442/07, modificada pela lei 13.103/15.

De acordo com a lei, o prazo máximo para carga e descarga do Veículo de Transporte Rodoviário de Cargas será de 5 horas, contadas da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual será devido ao Transportador Autônomo de Carga – TAC ou à Empresa de Transporte de Carga – ETC a importância equivalente a R$ 1,38 (um real e trinta e oito centavos) por tonelada/hora ou fração.

Para o cálculo do valor da estadia, será considerada a capacidade total de transporte do veículo.  Incidente o pagamento relativo ao tempo de espera, este deverá ser calculado a partir da hora de chegada na procedência ou no destino.

O embarcador e o destinatário da carga são obrigados a fornecer ao transportador documento hábil a comprovar o horário de chegada do caminhão nas dependências dos respectivos estabelecimentos, sob pena de serem punidos com multa a ser aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, que não excederá a 5% do valor da carga.

O Carreteiro /  NTC&Logística



Mix Telematics disponibiliza no mercado soluções que podem ajudar a reduzir o índice de multas nas empresas. Desde o dia 1º de novembro o Código Brasileiro de Trânsito foi atualizado e trouxe aumento de até 66% no valor das autuações.

O especialista em telemetria e executivo da empresa, Bruno Santos, explica que com as soluções de telemetria o gestor consegue ser avisado, em tempo real, sobre o excesso de velocidade dos motoristas, com base na via trafegada. Assim, ele pode, imediatamente, tomar as medidas necessárias junto ao motorista para reduzir a velocidade.

“O objetivo principal da telemetria é acompanhar todo o comportamento de quem está no volante, assim, é possível reduzir custos com multas, ao mesmo tempo em que a empresa preza pela segurança do motorista e da carga transportada”, enfatiza Santos.

O Carreteiro

Sexta, 25 Novembro 2016 10:20

NA TERRA DOS TRITRENS

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É muito comum para quem cruza a BR-101 no Norte do Espírito Santo observar caminhões puxando madeira. O tamanho dos veículos impressiona, pois na região reinam as composições tritrem com quase 30 metros de comprimento e mais de quatro metros de altura. A carga, toras de eucaliptos, tem como destino a unidade da Fibria (antiga Aracruz Celulose), no município de Aracruz, onde é processada e transformada em celulose. Os caminhões pertencem às diversas transportadoras que prestam serviço para a Fibria. Reportagem da Revista O Carreteiro foi procurar conhecer um pouco dessa operação e ouviu motoristas e gerentes florestais das transportadoras, os quais, Por questões contratuais com a produtora de celulose, preferiram não se identificar.

A escolha por composições do tipo tritrem, segundo os profissionais do volante, se deve à maior capacidade de carga. Os veículos contam com três semirreboques formando uma composição de nove eixos interligados por quinta roda de 3,5 polegadas e três articulações. “Este sistema permite à composição girar 360 graus num raio de 25 metros”, explicou um motorista. “O conjunto oferece mais estabilidade e segurança à operação, se compararmos, por exemplo com as composições ligadas pelo cambão”, acrescentou outro.

Além do tamanho e peso dos tritrens, o transporte de madeira enfrenta ainda dificuldades das estradas de terra, principalmente quando chove, porque os caminhões adentram na floresta para serem carregados com o eucalipto. “Nos períodos de chuva, as dificuldades nas estradas de terra aumentam, devido à capacidade de sustentação do piso, somada à intensidade de uso”, explicou um colega.

Outro motorista que também preferiu não se identificar destacou as dificuldades em transitar no Sul do Estado Bahia, onde as estradas não possuem acostamento em quase toda extensão. “Mais um aspecto importante a ser considerado, lembrou, é que grande parte dos usuários não respeitam a distância mínima de segurança entre os veículos em trânsito, uma prática que aumenta o risco de acidentes”, acrescentou. Porém, procurou explicar que atualmente os caminhões não estão mais trazendo eucaliptos da Bahia para serem processados na fábrica de Aracruz.

Hoje, a madeira carregada no Estado nordestino é embarcada no Terminal de Caravelas e transportada por modal marítimo até o Terminal de Barra do Riacho.

O terminal está localizado em área anexa ao Portocel, controlado pela Fibria e localizado a 1,7 km da fábrica. O sistema de transporte marítimo da empresa é inédito no Brasil e retirou cerca de 100 viagens de caminhões tritrem da BR 101 por dia. Em razão disso também reduziu o número de acidentes, já que há um intenso fluxo de veranistas sem conhecimento do tipo de trânsito e das composições que trafegavam em grande quantidade no Sul da Bahia e Norte do Espírito Santo.

Por se tratar de uma composição com grandes dimensões, entre outros fatores, todos os motoristas das empresas envolvidas nesta operação recebem treinamentos de direção defensiva e orientação do mapeamento de risco das estradas, com instruções sobre a velocidade e marcha adequada no trecho a ser percorrido.

“Além disso, os motoristas passam por reciclagem anual de habilidades, readaptação à função quando retornam de férias e avaliação diária de taxa etílica (as empresas não toleram o consumo de álcool durante o trabalho e aplica ações corretivas a quem infringir a norma). Treinamentos práticos também são ministrados”, afirma um dos gerentes.

Ele conta também que em determinado ponto do trecho percorrido a empresa mantém uma sala para que os motoristas façam estimulação física, controlem a pressão arterial e recebam orientações de saúde de um enfermeiro do trabalho. Todo profissional é instruído a ser cortês no trânsito e facilitar ultrapassagens.

O gerente explica também que existe todo um planejamento diário por tipo e quantidade de madeira a ser transportada de acordo com a origem (floresta), considerando a distância de cada frente operacional.  Os caminhões são programados para cumprir determinado horário de chegada no carregamento e de retorno à fábrica. A operação é distribuída ao longo das 24 horas, a fim de evitar acúmulo de veículos num único horário nestes pontos. Já o carregamento é feito nas estradas dentro das florestas. As distâncias percorridas pelos caminhões variam de 15 a 200 quilômetros.

A capacidade de carga de uma composição tritrem normal é de 52 metros cúbicos ou 74 toneladas de Peso Bruto Total Combinado (PBTC e grande parte dos implementos (tritrens) utilizados pela Fibria foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, a UFSCar. As carrocerias são patenteadas e tem como diferencial a estrutura de aço mais leve e resistente.

Marcelo Luis Claus, consultor de operações florestais da Fibria, explica que o peso padrão de um conjunto completo de tritrem (as três unidades de carga mais o cavalo-mecânico) é ao redor de 29 toneladas. “Com a nova tecnologia, a tara do conjunto cai para cerca de 23 toneladas”, destacou.

Os benefícios da nova carroceria não se resumem apenas à redução de peso, mas também no aumento do volume de carga, o qual chega a 10%. “Isto significa que com 90 caminhões é possível transportar determinado volume que anteriormente demandava de cerca de 100 composições”, revela Claus. Ele explicou que para isso foi necessário mudar o design do equipamento, com rebaixamento da caixa de carga, o que possibilitou o aumento do volume.

Para puxar os tritrens são utilizados cavalos mecânicos traçados 6×4 com potências acima de 400 cavalos. Os caminhões trafegam a uma velocidade máxima de 80 km/hora quando vazios e a 70 km/hora carregados.

Vale dizer que existe uma norma que proíbe caminhões carregados de qualquer transportadora de ultrapassar outros que também estejam carregados. Também é exigida distância mínima de 150 metros entre os tritrens, evitando que se formem comboios, o que traria maior dificuldade para outros veículos fazerem ultrapassagens.

MATÉRIA DE EXPORTAÇÃO

A   maior parte do transporte da madeira até a fábrica da Fibria é feita por rodovias. Usam-se ainda barcaças entre o terminal de Caravelas (BA) e Portocel (ES), e trens das áreas de fomento em Minas Gerais até Aracruz. Ao chegar à fábrica, as toras de madeira são picadas em pequenos cavacos e processadas quimicamente para separar a polpa de celulose da lignina. A polpa é branqueada, seca e enfardada para o transporte.

A celulose produzida é transportada ao terminado de Portocel em caminhões.  Anualmente, navios da Fibria entregam 4,6 mil toneladas de celulose para clientes da Ásia, Europa e dos Estados Unidos. O complexo industrial da empresa no Espírito Santo é suprido por uma base florestal própria com 197 mil hectares de plantios de eucalipto, intercalados com 123 mil hectares de florestas nativas preservadas nos Estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais.

O Carreteiro



Quinta, 24 Novembro 2016 15:31

ATÉ QUE IDADE POSSO DIRIGIR UM VEÍCULO?

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O Código Brasileiro de Trânsito não define idade limítrofe para a interrupção da atividade. Saber o momento de parar é essencial.

O Código Brasileiro de Trânsito prevê o início da concessão para a direção de veículos a partir dos 18 anos, mas nada define para a aposentadoria dessa concessão.

Sabemos que à medida que passam os anos limitações vão aparecendo. Em média, a partir dos 60 anos começamos ter um declínio na execução de nossas atividades. Em alguns, esse declínio é lento e progressivo, em outros, temos acentuação muitas vezes brusca devida ao aparecimento de alguma doença.

A direção veicular não é um procedimento tão simples, fácil como se imagina. É na realidade bastante complexa. Inicialmente podemos afirmar que depende de três funções básicas:

1 – a cognitiva - que envolve raciocínio, entendimento, memória, comunicação, atenção, concentração, vigília e respostas imediatas;

2 – a motora -  responsável pela liberdade de movimentos, rapidez, força, agilidade, coordenação;

3 – a sensorial - perceptiva é onde se relaciona sensibilidade tátil, visão, audição e percepção.

Além de tudo isso, sabemos que existe uma grande repercussão dos fatores de risco presentes na direção veicular, no meio ambiente e no estresse causado que atuam diretamente sobre o organismo causando distúrbios agudos e processos degenerativos. A complexidade da atividade leva-nos a entender que estão presentes as repercussões do organismo sobre a direção e da direção sobre o organismo. É na realidade um somatório de agressões de um e de outro lado.

Quando se é portador de doenças primárias como hipertensão arterial, diabetes, doenças ósteoarticulares, distúrbio mental e emocional, doenças metabólicas e outras, certamente terão agudização desses processos, comprometendo as funções essenciais para a atividade.

Cada organismo é um organismo diferenciado. Nem todos apresentam os mesmos problemas de saúde, daí não termos no código de trânsito uma data definida para a interrupção da concessão. A única referência aos idosos (acima de 65 anos) é que seja feita avaliação médica a cada três anos, com o que não concordamos. Os processos degenerativos e a alternância de sinais e sintomas e mesmo do aparecimento súbito de doença é comum, o que nos leva a indicar exames periódicos a cada ano.

Temos observado que o próprio motorista muitas vezes ao perceber suas limitações passa a ter medo de assumir a direção acabando por abandoná-la. Outras vezes vemos alguns com limitações, mas insistindo em manter-se em atividade. A família tem importância capital quando detecta alguma das alterações aqui descritas ou quando do surgimento de doença aguda ou crônica, impedindo o idoso de assumir a direção veicular.

Todos sabem que a direção veicular é uma necessidade para o idoso, tornando-o integrado à família, à sociedade e conectado com o mundo.

Estimular, deixá-lo motivado para a vida, soerguer o moral, incentivá-lo é uma necessidade real. As limitações levam a depressão que por sua vez acelera o processo degenerativo e gera desarmonia interna. Aí é o caos.

Torna-se de extrema importância lembrar que normalmente nessa faixa etária faz-se uso de algum medicamento, às vezes múltiplos e que podem ter repercussão quando na direção. O médico da família saberá orientar quando riscos houver, não só o idoso, a família e o médico que habilita e renova a Carteira Nacional de Habilitação. 

Por Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior

O Carreteiro



Levantamento realizado pelo JCC Cargo Watchlist,  coloca as estradas brasileiras no mapa mundial das áreas de risco para transporte de carga. Os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para esse tipo de ocorrência.

O relatório mensal elaborado pela Joint Cargo Commitee – um comitê misto formado por representantes da área de avaliação de risco do mercado segurador de Londres (Inglaterra) – monitora o risco para cargas transportadas, seja por via aérea, marítima ou terrestre em várias partes do mundo. Numa lista com classificações indicativas por cor, os países são avaliados em sete graus diferentes de risco, que vão numa escala de baixo à extremo risco. A lista considera riscos como guerras, greves, pirataria e roubo de carga.

Números no Brasil

Recentemente a NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), divulgou estudo a respeito dos roubos de carga em 2015 no Brasil e apontou um índice 10% superior aos registrados em 2014. O dano, somente com as mercadorias perdidas, soma R$ 1,12 bilhão. O Sudeste do país concentra 85,7% dos casos concentrando um prejuízo estimado em R$ 775 milhões. São Paulo lidera a lista com 44,1% das ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro, com 37,5% dos ataques criminosos.

Outro levantamento, este realizado por seguradoras apontou aumento na incidência de interceptação de cargas de produtos de higiene pessoal e limpeza. Mesmo assim, cargas de produtos alimentícios, eletroeletrônicos, cigarros, farmacêuticos, químicos, autopeças e combustíveis continuam entre os mais visados.

O Carreteiro

 

 

Terça, 22 Novembro 2016 11:00

DIABETES PODE COMPROMETER A SEGURANÇA NA ESTRADA

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Manter hábitos saudáveis com horários flexíveis de alimentação está longe de fazer parte do dia a dia dos motoristas de caminhão. Tal rotina, os posicionam como fortes candidatos a desenvolverem doenças que, na maioria das vezes, agem de maneira silenciosa e que podem levar o indivíduo a morte se não tratada de maneira correta. O diabetes, provocada pela deficiência de produção ou de ação da insulina, é um bom exemplo.

As principais consequências para aqueles que desconhecem ser portadores da doença ou mesmo os que sabem mas não realizam o tratamento correto é a possibilidade de uma crise de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) ou hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue). No caso dos carreteiros, que passam boa parte do tempo dirigindo, ter uma dessas crises pode comprometer a segurança na estrada. A justificativa é simples, entre os sintomas estão tremedeira, desequilibro, perda de coordenação, tontura, sonolência e visão embaçada, situações que podem levar o indivíduo a perder o controle da direção e provocar um acidente.

Pessoas com mais de 45 anos, acima do peso ideal, histórico familiar, sedentárias, hipertensão arterial, colesterol ou triglicérides alterados, devem realizar o teste para saber se têm pré-diabetes, primeiro passo para o desenvolvimento da doença.

O Carreteiro

 A Ford Caminhões lançou o Calendário da Saudade, aparelho em formato de miniatura de caminhão que avisa a família quando o caminhoneiro está de volta para casa, piscando os faróis. Ele faz parte de uma campanha de valorização do cliente e dos serviços pós-venda da marca, que está sendo comunicada com um filme emocional. O aparelho funciona com tecnologia wi-fi e 3G/4G, conectado ao smartphone do motorista por meio de um aplicativo.

“O Calendário da Saudade foi criado para os proprietários e motoristas de todos os caminhões das linhas Cargo e Série F, a partir do modelo 2012, que fizerem uma Revisão com Preço Fixo nos distribuidores exclusivos da Ford até o dia 15 de dezembro. Ao mesmo tempo, ele reforça a necessidade da revisão do veículo para chegar com segurança aos destinos e ao reencontro dos familiares, momentos importantes na vida desses profissionais”, diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Vendas, Marketing e Serviços da Ford Caminhões.

 “O Calendário da Saudade foi criado para os proprietários e motoristas de todos os caminhões das linhas Cargo e Série F, a partir do modelo 2012, que fizerem uma Revisão com Preço Fixo nos distribuidores exclusivos da Ford até o dia 15 de dezembro. Ao mesmo tempo, ele reforça a necessidade da revisão do veículo para chegar com segurança aos destinos e ao reencontro dos familiares, momentos importantes na vida desses profissionais”, diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Vendas, Marketing e Serviços da Ford Caminhões.

O Carreteiro



 

Quinta, 17 Novembro 2016 09:56

MOTORISTAS: FIQUEM ATENTOS AOS PERIGOS EM DAR CARONA

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Carona na estrada – Uma prática bastante usual no passado, principalmente entre motoristas profissionais, era o hábito de dar carona para viajantes nas rodovias. Fosse para ter uma companhia e bater um papo após horas de solidão dirigindo nas estradas, fosse para ajudar alguém numa situação de necessidade – ou mesmo cobrando alguma coisa para ajudar nas despesas da viagem –, os motoristas embarcavam pessoas desconhecidas em seus veículos e os levavam até qualquer outro ponto do Brasil.

Embora nunca tenha sido uma prática que possamos considerar como segura, os riscos (tanto de oferecer, quanto de pegar carona) intensificaram-se muito nas últimas décadas. Vamos tratar de alguns deles.

Cumplicidade de crimes – Tudo aquilo que pode ser colocado para dentro da cabine por um “caronista”, pode colocá-lo em perigo: armas, drogas, produtos de roubo ou furto, ou mesmo uma pessoa com menos de 18 anos, podem, conforme a situação, levar um motorista inocente à prisão.

Assaltos – O caso mais elementar e que nos vem à mente é o dos assaltos. São inúmeros os relatos de motoristas que são solicitados a dar carona – em muitos casos mulheres são usadas como “isca” – e sofrem o roubo logo após a pessoa que pede carona entrar na cabine

Prostituição na estrada –  O mesmo pode ocorrer ao motorista que abriga no seu veículo pessoas em situação de prostituição. É sabido que prostituição nas estradas foi e ainda é muito comum ao longo de todo o País. Basta circular durante a noite nas principais paradas de caminhões para observar pessoas de todas as idades oferecendo sexo não apenas em troca de dinheiro, mas também de drogas e até de alimento.

Há ainda pessoas que oferecem relações sexuais em troca de transporte até um determinado ponto. A carona a uma pessoa em situação de prostituição é uma das mais arriscadas, pois não é raro que a pessoa envolvida com a prostituição às margens das rodovias também seja usuária de drogas e envolvida com o tráfico local. Também há muitas pessoas que se prostituem com menos de 18 anos e que, no entanto, se identificam como sendo maiores de idade para não afugentar os possíveis clientes. Em qualquer um destes casos, em que haja indícios de crime no interior do veículo, se o motorista é flagrado pela polícia ele pode ser responsabilizado e até mesmo preso.

Recomendação da PRF –  Nunca se dê carona a pessoas de quem nada se sabe. Na dúvida, se visualizar alguém que precise de ajuda, acione a PRF pelo telefone 191, a Polícia Rodoviária Estadual pelo telefone 190 (se for o caso) ou ainda a concessionária da rodovia, se for uma estrada sob concessão.

O Carreteiro



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