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Iromat

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Desde o dia 1º de novembro, as multas ficaram mais caras. É o que diz a Lei Federal 13.281, que altera valores de infrações e artigos do Código de Trânsito; suspensão mínima para quem excedeu pontuação passa a ser de 6 meses. Motorista flagrado alcoolizado poderá ser condenado a prestar atendimento a vítimas de trânsito.

Os valores não sofriam reajuste desde 2002. Nesse período, apenas valores de infrações consideradas perigosas foram elevados por meio do fator multiplicador.

Categoria

Pontuação

Multa atual

Multa a partir de novembro

Leve

3 pontos

R$ 53,20

R$ 88,38

Média

4 pontos

R$ 85,13

R$ 130,16

Grave

5 pontos

R$ 127,69

R$ 195,23

Gravíssima

7 pontos

R$ 191,54

R$ 293,47

 

Uma das alterações é referente ao uso do celular ao volante. De acordo com a nova lei, dirigir com apenas uma das mãos, infração classificada como média, agora será considerada gravíssima quando for cometida porque o motorista está segurando ou manuseando aparelho celular. A multa será de R$ 293,47 e inserção de sete pontos no prontuário do motorista.

Segundo a legislação federal de trânsito, o celular só pode ser usado quando o veículo estiver estacionado. Enquanto o veículo estiver em deslocamento ou parado (seja semáforo ou congestionamento, por exemplo), o aparelho pode ser utilizado somente na função GPS e deve ser fixado no para-brisa ou no painel dianteiro em suporte adequado.

Infrações de alto risco

As novas regras trazem também mudanças no fator multiplicador da multa, previsto em infrações consideradas de alto risco. Introduz os fatores 2 e  20, além de manter os já existentes: 3, 5 e 10.

A multa mais cara prevista no CTB passa a ser de R$ 5.869,40 para a infração ocasionada por “usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre ela”.

Esse tipo de infração (artigo 253-A) tem fator multiplicador de 20 vezes no valor da multa gravíssima (R$ 293,47 x 20). Essa infração ainda gera suspensão da habilitação por 12 meses.

Desconto de 40%

artigo 284: “caso o infrator opte pelo sistema de notificação eletrônica, se disponível, conforme regulamentação do Contran [Conselho Nacional de Trânsito], e opte por não apresentar defesa prévia nem recurso, reconhecendo o cometimento da infração, poderá efetuar o pagamento da multa por 60% do seu valor, em qualquer fase do processo, até o vencimento”.

Principais mudanças na penalidade:

1) Conduzir veículo sem possuir CNH

Antes: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 3 e apreensão do veículo.

Agora: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 3 e retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado.

 2) Conduzir veículo com CNH suspensa ou cassada

Antes: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 5 e apreensão do veículo.

Agora: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 3, recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado.

 3) Conduzir com CNH de categoria diferente da exigida para o tipo de veículo

Antes: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 3, apreensão do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Agora: infração gravíssima, valor da multa multiplicado por 2 e retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado.

Suspensão maior

  1. Condutores que somarem ou ultrapassarem 20 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estarão sujeitos a um período maior de suspensão da habilitação. O tempo mínimo passa de um para seis meses. Já o máximo permanece em 12 meses. O prazo é estipulado de acordo com o tipo e a gravidade das infrações, além do histórico do condutor.
  2. Condutores reincidentes no período de um ano terão pena mínima de oito meses; atualmente, são seis meses. O tempo máximo permanece em 24 meses.
  3. Para aqueles que cometerem uma única infração que por si só leva à suspensão (como ultrapassar em 50% a velocidade máxima permitida na via, praticar racha e pilotar moto sem capacete), os intervalos são de dois a oito meses e, no caso de reincidência, de oito a 18 meses.

Vale ressaltar que esses prazos não são aplicados para as infrações cujo período de suspensão já está estabelecido pela legislação federal, como no caso de embriaguez ao volante, em que a suspensão sempre será de 12 meses.

Tipo

Suspensão atual

Suspensão a partir de novembro

20 ou mais pontos

1 a 12 meses

6 a 12 meses

Reincidência no período de um ano

6 a 24 meses

8 a 24 meses

Infração que já leva à suspensão

1 a 12 meses

2 a 8 meses

Reincidência no período de um ano em infração que já leva à suspensão

6 a 24 meses

8 a 18 meses

Infração cujo período de suspensão já está estabelecido no CTB, como alcoolemia

12 meses

12 meses

 

Álcool x direção

  • Além da suspensão, o condutor que for flagrado conduzindo sob efeito de álcool ou se recusar a fazer o teste do etilômetro (mais conhecido como bafômetro) será multado em R$ 2.934,70. Hoje, o valor é de R$ 1.915,40.
  • No caso de reincidência no período de 12 meses, a pena será aplicada em dobro, ou seja, R$ 5.869,40 (hoje, R$ 3.830,80), além da cassação da CNH por dois anos.

 Crimes de trânsito – índice superior a 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido 

  • Juiz pode aplicar a substituição da detenção (seis meses a três anos) por pena restritiva de direitos. O motorista deverá prestar serviços relacionados ao atendimento às vítimas de acidentes de trânsito, seja em equipes de resgate, prontos-socorros, clínicas de reabilitação ou demais entidades relacionadas ao resgate, atendimento e recuperação de vítimas de acidentes de trânsito. 

CNTTT



A obesidade é um problema de saúde muito comum entre os carreteiros. O fato de permanecerem sentados a maior parte do dia, fazer refeições quase sempre fora de casa e em restaurantes à beira das rodovias e terem pouco tempo para realizar uma atividade física, compõem uma rotina diária que facilita o aumento do número de profissionais acima do peso ideal, provocada basicamente pelo o acumulo de gordura no corpo. A obesidade é uma epidemia mundial e acarreta uma série de outras complicações como dores nas costas e nas articulações, pressão alta e diabetes. Com algumas mudanças simples nos hábitos alimentares é possível se alimentar melhor e como consequência ganhar qualidade de vida.

1- Evitar frituras e optar por grelhados ou assados

Os óleos vegetais quando aquecidos se transformam em gordura ruim e o excesso de consumo dessas gorduras pode resultar em pressão alta.

2- Se optar por lanches prefira recheios como filé de frango, atum, com salada, queijo branco, e de preferência, sem maionese

Alguns lanches são muito calóricos, ricos em gorduras e colesterol, que se consumidos em excesso podem elevar os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, facilitando o surgimento de doenças do coração, entre outras.

3- Aumente consumo de frutas e legumes

As frutas e legumes são excelentes fontes de uma grande variedade de nutrientes e vitaminas.

4- Opte por restaurantes por quilo ou Bufês, onde será possível controlar a quantidade e o tipo de comida

Os restaurantes por quilo oferecem opções diversas de saladas, carnes magras e legumes. Mas é importante não cair nas tentações de guarnições gordurosas como batata-frita, pastel, torresmo, entre outros.

5- Prefira massas sem recheio, como espaguete e talharim com molhos a base de vegetais ou tomate

As massas sem recheio têm menos caloria do que as recheadas. As massas integrais  são boas opções, pois são ricas em nutrientes e fibras que colaboram com o bom funcionamento intestinal.

6- Se fizer refeições na churrascaria evite o consumo de carnes gordas, como picanha, cupim e linguiça. Prefira carnes magras como largato, alcatra, maminha, frango e peru.

A ingestão exagerada de proteínas e gorduras de qualidade ruim pode resultar em problemas de hipertensão arterial, devido ao alto teor de sal e doenças cardiovasculares, em virtude da circulação ineficiente, ocasionada pelo depósito de gorduras nas artérias e aumento de ácido úrico

7- Evite o consumo de embutidos como salame, salsicha, mortadela

Os alimentos embutidos, tais como salame, mortadela, presunto etc, e os queijos amarelos (mussarela, prato e parmesão) são ricos em sal e gorduras portanto devem ser pouco consumidos ou até excluídos da dieta de pessoas com hipertensão arterial.

8– dias muito quentes aumente o consumo de água e evite refrigerantes

Especialistas recomendam o consumo diário de no mínimo 2 litros de água. Pessoas desidratas apresentam menor volume sanguíneo do que o normal o que pode atrapalhar o funcionamento do coração. A falta de água pode causar fraqueza, tontura dor de cabeça e fadiga. Em dias quentes, tenha sempre uma garrafa de água por perto.

O carreteiro



Segunda, 31 Outubro 2016 10:13

LEI DO MOTORISTA: DESACORDO COM A REALIDADE

Há quem diga que a chamada Lei do Motorista, como ficou conhecida a recente legislação que estabelece normas para a atividade do motorista profissional que atua no transporte de cargas ou passageiros – é mais uma lei que não vai sair do papel. Isso porque, segundo comentário geral no trecho, é muito difícil cumprir as determinações referentes ao horário de trabalho, descanso e lazer.

A principal alegação é a falta de locais adequados nas rodovias para estacionamento, além da notória falta de fiscalização nas estradas e mesmo nas empresas, com a verificação dos tacógrafos ou do diário de bordo, o qual deve ser preenchido pelos motoristas constando todos os horários de viagem e paradas. A lei 13.103 – de 2 de dezembro de 2015 -, vale lembrar, “flexibilizou” a legislação anterior, “dispondo sobre o exercício da profissão de motorista, alterando a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), aprovada pelo Decreto-Lei 5.452, de 1o de maio de 1943”.

A gerente da gerência regional do Ministério do Trabalho de Uruguaiana/RS, e auditora fiscal do Trabalho, Ana Maria Torelly, considera que a flexibilização da lei é prejudicial para a segurança nas estradas, de acordo com a proposta inicial. Ela lembra que a pressão na área patronal foi muito grande, fazendo com que o Congresso aprovasse alterações da Lei original. A gerente entende ser necessária a adaptação da legislação à realidade brasileira, incluindo as sucessivas críticas à falta de locais adequados para estacionamento ao longo das rodovias, com segurança e conforto aos motoristas de caminhão.

Ana Maria Torelly acredita que essa responsabilidade seja das empresas transportadoras, as quais devem criar condições adequadas para a segurança do veículo, da carga e do motorista. Para ela, a Lei do Descanso não deverá ser mais uma lei que não sairá do papel. Destaca que logo após a chamada flexibilização, o pessoal do Ministério tem procurado fazer emendas (análise para um melhor entendimento, redução e simplificação da nova Lei) para a efetiva aplicação, com o aumento da fiscalização e autuações dos infratores.

Na ocasião em que conversou com a reportagem da Revista O Carreteiro – Ana Maria previa que a efetiva aplicação da lei poderia acontecer em breve. Segundo ela, a maioria das irregularidades registradas são de excesso de jornada. Reconhece que não há o cumprimento da Lei, e que a fiscalização é feita apenas nas empresas e com os motoristas contratados.

O carreteiro Richard Souza Konflanz, tem 34 anos de idade e 12 anos de profissão. Natural de Camaquã/RS, trabalha com um caminhão fabricado em 1976 pertencente à família. Suas viagens são apenas no Rio Grande do Sul, preferencialmente entre Porto Alegre e Uruguaiana ou entre Porto Alegre e o porto de Rio Grande. Afirma que viaja seguindo as orientações da lei, porém critica a falta de “um melhor entrosamento” da legislação com a realidade das estradas. Critica, sobretudo, a falta de locais seguros para as paradas obrigatórias. A maioria dos estacionamentos dos postos de combustíveis fica completamente cheia de caminhões já ao entardecer. E sem poder estacionar no acostamento das rodovias, é preciso seguir viagens, mesmo que o motorista esteja cansado. Diz que as estradas estão cada vez mais perigosas e as autoridades deveriam pensar nisso ao formularem a lei. Enfim, acha que faltou mais discussão sobre o assunto.

O irmão de Richard, Jhony Souza Konflanz tem 28 anos de idade e oito de estrada. Dirige um caminhão fabricado em 1986, igualmente pertencente à família e viaja apenas dentro do Estado do Rio Grande do Sul. Além de criticar o mau estado de conservação das estradas e a falta de locais adequados para estacionamento, ele ressalta também que é difícil trafegar dentro dos horários estabelecidos pela legislação, principalmente para o autônomo. Lembra os prazos são curtos para o transporte das cargas, além disso é necessário rodar em baixa velocidade, ainda mais quando o caminhão é antigo e não tem o mesmo desempenho dos novos modelos. “A viagem fica muito demorada e se a legislação for obedecida ao pé da letra, não dá para trabalhar”, opina.

O estradeiro Nelson Thielo tem 67 anos de idade e 50 anos de profissão. Dono de um cavalo-mecânico com carreta ano 1985, ele viaja por todo o Brasil, conforme diz. Categórico, afirma que é absolutamente contra a Lei do Descanso. Justifica dizendo que o País não tem infraestrutura necessária para que essa legislação possa ser aplicada, principalmente pela falta de segurança nas estradas e na falta de locais adequados para estacionamento durante a noite. Não existem lugares seguros, garante. Destaca que os postos de combustíveis dão preferência para os seus clientes e ou exigem que os motoristas abasteçam para permitir o estacionamento durante a noite, “uma exigência mais do que correta”, admite.

Thielo critica também os horários quase sempre apertados para a entrega das cargas, inviabilizando que o motorista faça as paradas de descanso previstas na legislação, uma vez que muita gente ainda trabalha com comissão e precisa manter o caminhão rodando. Caso contrário, não vai ganhar o suficiente para pagar as contas”.

O motorista Sidnei Joceli Teixeira, 41 anos de idade e 23 anos de profissão, natural de Santo Ângelo/RS, e dono de um caminhão ano 2011, também destaca a falta de locais adequados nas estradas do Brasil para estacionar durante a noite. Ele viaja em todo o território nacional e também pela Argentina e Chile ou “para onde tiver carga e o frete seja bom”. Garante que cumpre a Lei do Descanso mais do que seria necessário, porque costuma parar a cada duas horas, em média. Desce do caminhão, dá uma conferida nos pneus, toma água e dá uma espichada nas pernas. Afirma que não dirige cansado e sempre que o “organismo cobra”, ele para e vai dormir. A única preocupação, seguindo a opinião geral dos carreteiros no trecho, é sobre a falta de lugares adequados e seguros para estacionamento durante a noite. Reconhece que esse problema é antigo e não vai ser resolvido tão cedo.

O Carreteiro / por Evilazio de Oliveira

A mais recente Pesquisa CNT de Rodovias, realizada pela Confederação Nacional do Transporte e que avaliou em 2015 mais de 100.000 km de rodovias -sendo toda malha federal e parte da estadual – demonstrou que há quase dez anos as ligações rodoviárias passam sem melhorias. Segundo dados, dez ligações rodoviárias, a maioria localizada no Norte e Nordeste do Brasil, apareceram cinco vezes ou mais entre os piores trechos do Brasil nos últimos dez anos.

A situação mais crítica é do trecho entre Belém do Pará a Guaraí, no Tocantins, que esteve oito vezes no ranking das piores ligações viárias, desde 2005. Ele é formado pelas seguintes rodovias: BR-222, PA-150, PA-151, PA-252, PA-287, PA-447, PA-475, PA-483 e TO-336.

Dessas ligações, 83% tiveram classificação Regular, Ruim ou Péssimo informou a pesquisa. Nesses trechos, o mau estado das vias aumenta em 40% o custo operacional do transporte. A estimativa é que seria necessário investir R$ 4,8 bilhões para recuperar esses trechos rodoviários.

Confira os 10 piores trechos rodoviários dos últimos dez anos da Pesquisa CNT de Rodovias:

Veja os 10 piores trechos da Pesquisa CNT de Rodovias de 2015:

 

Fonte: Pesquisa CNT de Rodovias 2015

Veja os 10 piores trechos da Pesquisa CNT de Rodovias de 2015:



Fonte: Pesquisa CNT de Rodovias de 2015:



A Pesquisa CNT de Rodovias 2016, que avalia a situação de toda a malha federal e estadual pavimentada do Brasil, aponta que as rodovias concedidas à iniciativa privada apresentaram avaliação superior às que são administradas pelo poder público.

Dados mostram que 78,7 % da malha concedida pesquisada teve avaliação ótima ou boa. No ranking das 109 ligações rodoviárias, as 19 melhores rodovias do Brasil são administradas por concessionárias. Das 30 melhores rodovias, 27 são concedidas a iniciativa privada.

“O programa brasileiro de concessões de rodovias já tem vinte anos de história e a pesquisa confirma o sucesso do modelo. Nos últimos 20 anos, os trechos provados receberam investimentos na ordem de R$ 50 bilhões da iniciativa privada e outros R$ 20 bilhões estão programados para os próximos cinco anos”, completa César Borges, presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.

Rodovias sob gestão pública apresenta desempenho negativo

De acordo com a pesquisa 67,1% apresentam algum tipo de deficiência e estão classificados como regular, ruim ou péssimo. “Como as rodovias são responsáveis pela maioria da movimentação de cargas que circulam pelo País, as más condições de conservação e sinalização das estradas representam um dos principais gargalos. Isso reflete a necessidade constante de investimentos do poder público, somados com a capacidade de atuação da iniciativa privada, expressa nas concessões”, ressalta César Borges.

Tamanho da malha rodoviária brasileira

A pesquisa aponta que a malha rodoviária pavimentada do Brasil é pequena, principalmente quando comparada com a de outros países de dimensão territorial semelhante. No Brasil, são aproximadamente 25 km de rodovias pavimentadas para cada 1.000 km2 de área, o que corresponde a apenas 12,3% da extensão rodoviária nacional. Nos Estados Unidos, são 438,1 km por 1.000 km2 de área. Na China, 359,9 km e na Rússia, 54,3 km. O Brasil é um país que necessita, e muito, de investimento em infraestrutura de uma forma geral. Nós precisamos de mais e melhores estradas, de ferrovias, de portos, de aeroportos de transporte pelos mares e rios”, aponta César Borges.

Ranking das 19 melhores rodovias do Brasil

 

Pos.

Rodovias

Ligação

Concessionária

SP-310/BR-364, SP-348

São Paulo SP – Limeira SP

CCR AutoBan

SP-225/BR-369

Bauru SP – Itirapina SP

Centrovias

BR-050, SP-
330/BR-050

São Paulo SP – Uberaba MG

CCR AutoBan, Intervias, Autovias e Vianorte

SP-070

São Paulo SP – Taubaté SP

Ecopistas

SP-326/BR-364

Barretos SP – Bueno de Andrade SP

AB Triângulo do Sol e Tebe

SP-330/BR-050, SP-333

Ribeirão Preto SP – Borborema SP

AB Triângulo do Sol

SP-255, SP-280/ BR-374

São Paulo SP – Itaí SP – Espírito Santo do Turvo SP

CCR SPVias, CCR ViaOeste e AB Colinas

SP-255, SP-318,
SP-334, SP-345

Araraquara SP – São
Carlos SP – Franca SP –
Itirapuã SP

AB Triângulo do Sol e Autovias

SP-300

Tietê SP – Jundiaí SP

AB Colinas

10º

SP-322, SP-322/
BR-265, SP-323,
SP-330/BR-050,
SP-351

Catanduva SP –
Taquaritinga SP –
Ribeirão Preto SP

Tebe e Vianorte

11º

SP-065, SP-340

Campinas SP – Jacareí SP S

Rota das Bandeiras

12º

SP-310/BR-364,
SP-310/BR-456,
SP-330/BR-050

Limeira SP – São José do
Rio Preto SP

AB Triângulo do Sol, Centrovias e CCR AutoBan

13º

SP-209, SP-300,
SP-300/BR-154,
SP-300/BR-262

Engenheiro Miller SP –
Jupiá SP

Rodovias do Tietê e ViaRondon

14º

SP-215/BR-267,
SP-350, SP-350/
BR-369

São Carlos SP – S. João
Boa Vista SP – S. José Rio
Pardo SP

Intervias

15º

SP-127, SP-127/
BR-373

Rio Claro SP –
Itapetininga SP

AB Colinas e CCR SPVias

16º

SP-075, SP-340,
SP-342, SP-344

Sorocaba SP – Cascata
SP – Mococa SP

AB Colinas, Renovias e CCR Viaoeste

17º

MG-290, SP-191,
SP-352

Campo do Coxo SP –
Eleutério SP

Intervias

18º

SP-147, SP-147/
BR-373

Piracicaba SP – Mogi Mirim
SP

Intervias

19º

SP-055/BR-101,
SP-150/BR-050,
SP-160

São Paulo SP – São
Vicente SP (Imigrantes/
Anchieta)

Ecovias

CNTTT

 

 

A Marcopolo, por intermédio de seu Innovation Center (MIC), e em parceria com o CEMSA – Centro Multidisciplinar de Sonolência e Acidentes e a Woodbridge, está desenvolvendo poltrona Antissono para os seus ônibus. O protótipo, em testes, será apresentado, no Congresso SAE Brasil, realizado nos próximos dias 25, 26 e 27 de outubro, em São Paulo.

A nova poltrona, chamada Antisleep Seat tem como objetivo prolongar o estado de alerta e atuar durante as fases de sonolência e fadiga do motorista de veículos pesados (ônibus e caminhões) e, assim, reduzir o alto índice de acidentes causados no transporte de pessoas e de carga.

A poltrona é equipada com dispositivos de distração mecânica e fisiológica que atuam para prolongar o estado de alerta nesses profissionais nos momentos e horários críticos.

As empresas desenvolveram em conjunto a patente de um sistema de monitoramento de fadiga para motoristas, por intermédio de estímulos provocados pela poltrona.

Para prolongar o estado de alerta do motorista, bem como a velocidade de reação, as empresas desenvolveram uma poltrona com distratores (o que distrai ou serve para distrair) que atuam para evitar a fadiga, por intermédio de áudio, vibração eletromecânica, refrigeração e aquecimento, além de provocar o estresse térmico, reduzindo assim a sonolência e promovendo o estado de alerta.

A Antisleep Seat possui um módulo integrado, responsável por receber diversos e diferentes dados coletados sobre o estado de fadiga do motorista, bem como tempo de viagem e horário.

A partir destes dados, algoritmo desenvolvido pelo CEMSA, baseado em estudos sobre o ciclo cicardiano – período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos, sendo influenciado principalmente pela variação de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite – e nos horários críticos de propensão ao sono, define a sequência de distratores mais adequada àquela viagem, atuando de forma customizada e de maneira preventiva.

Os testes finais e apresentação da poltrona a clientes e operadores estão previstos para ocorrer entre o final de 2016 e início de 2017.

Causas da sonolência ao volante

Estudos apontam que os principais motivos e causas da sonolência ao volante são:

  • fadiga física e mental,
  • privação / restrição de sono,
  • muitas horas acordado (mais de 16 horas),
  • situações de monotonia,
  • homeostasia corpórea por resfriamento da temperatura central associados aos fatores acima, entre outros.

O Carreteiro

Quinta, 27 Outubro 2016 09:16

ÓLEO DIESEL: O VILÃO DO TRANSPORTE

O alto preço do óleo diesel no Brasil tem um peso de até 40% no total das despesas ao final de cada viagem, seguido dos pneus desgastados por causa das más condições das estradas e, em terceiro lugar, da parte mecânica, segundo avaliação de estradeiros que estão no trecho. Portanto, é preciso cuidar muito da manutenção do bruto, mantendo regulagem e filtros em dia, além de dirigir com o “pé leve” e respeitando o limite do peso da carga e das condições das estradas.

Na opinião do dono da Transportes Fragoneto Ltda., de Uruguaiana/RS, Marcos Fragoso, 51 anos de idade e há 33 anos no setor, não é possível fazer milagres para economizar combustível. O jeito é apenas seguir alguns procedimentos básicos para melhorar o rendimento dos caminhões, evitando desperdícios. “Isso também vale para os pneus em razão das péssimas condições das estradas brasileiras”, acentua.

Com oito caminhões atuando no transporte internacional de cargas, entre Brasil, Argentina e Chile – e idade média de seis anos – salienta que o combustível representa cerca de 40% das despesas da viagem, dependendo dos trechos. Óbvio que em estradas em piores condições há aumento do consumo. Segundo Fragoso, fretes existem para esses mercados, porém os valores pagos são baixos e se diluem com os custos das viagens relacionados a combustíveis, pedágios, pneus e manutenção mecânica.

Ainda de acordo com o transportador, os custos aumentaram muito na Argentina, citando os pedágios que tiveram reajuste de mais de 1.000% nos últimos seis meses. Ressalta que seus caminhões trafegam bem regulados, com filtros limpos, combustível de boa qualidade e com os motoristas que dirigem de forma econômica.

O carreteiro Jesus Altino Andrades Gonçalves, tem 49 anos de idade e 28 anos de profissão, natural de São Borja/RS, que trabalha com um Mercedes 2006 no transporte internacional, também concorda que não é possível fazer milagres para economizar combustível, uma despesa que atinge os 40% por viagem. Ele destaca que procura manter o caminhão regulado e com os filtros limpos. Além disso afirma só abastecer em postos conhecidos e “fazer jogo de corpo” para garantir os melhores preços como, por exemplo, pagar à vista e aproveitar vantagens de estacionamento gratuito banho.

O filho dele, Diego Thomas Gonçalves, 27 anos de idade e há oito no trecho, dirige um Mercedes 91 e também trabalha no transporte internacional. Destaca que é preciso dirigir de forma econômica, além de manter o caminhão sempre em condições adequadas. Lembra que a situação no trecho está muito difícil, com as despesas de viagem muito altas, resultando em muitos autônomos quebrando ou desistindo da estrada. Mas, tem fé no futuro e espera que logo tudo acabe mudando para melhor.

Para o estradeiro Alex Deivid Fleck, 40 anos de idade e 17 de direção, natural de Taquara/RS e que trabalha com um Scania fabricado em 1987 transportando cargas apenas dentro do Estado do Rio Grande do Sul -, também há poucas alternativas para economizar combustível, além das óbvias. Afirma que o consumo de combustível representa entre 40 e 50% das suas despesas da viagem. Embora com preço mais alto, somente abastece em postos conhecidos e “de marca” e que transporta de acordo com as especificações do caminhão e “da balança”.

Fleck ressalta que outros 20 ou 30% são gastos com pneus e mecânica, sobrando muito pouco no final de cada viagem. Por isso, a necessidade do controle absoluto de todas as despesas na estrada. Ele aproveita para criticar a utilização da carta-frete, ainda em uso, e que acaba prejudicando o motorista devido a exigência de abastecer com um determinado valor nos postos conveniados, muitas vezes com preços altos e considerado como venda a prazo, além das dificuldades para o recebimento de valores em dinheiro.

O também gaúcho José Arnaldo Fracalossi, natural de Igrejinha/RS, tem 48 anos de idade e 20 de direção. Conta que está há dois meses longe de casa porque foi trabalhar no transporte da safra de arroz na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul com seu Scania ano 85 com carreta. Na ocasião que conversou com a reportagem da Revista O Carreteiro, ele estava se preparando para retornar para sua casa e rever a esposa e a filha de 11 anos de idade. Disse que retornaria para casa com lucro líquido de 30% de tudo que ganhou no período.

O carreteiro disse que trafegou por estradas de chão, situação em que o consumo de combustível e o desgaste dos pneus são muito grandes. Para economizar combustível e manter o caminhão em boas condições, afirmou que não carrega excesso de peso e pisa leve no acelerador, respeitando os limites do caminhão e das estradas, dentro do bom senso. Disse também que só abastece com combustíveis de qualidade e em postos conhecidos, pois, já teve prejuízo com diesel ruim e precisou limpar tanque e os filtros do veículo. Adiantou que terminada a safra de arroz voltaria à rotina de transportar outros tipos de cargas em rodovias.

Aos 62 anos de idade e 20 no transporte internacional, o carreteiro Marciano Barbosa de Almeida, natural de Itaqui/RS, viaja com um caminhão ano 86 e considera o combustível o maior inimigo do motorista. Isso em razão do alto preço e do peso de cerca de 50% na sua planilha de custos. Em razão disso ele afirma que mantém o caminhão bem regulado, filtros limpos, pisa leve, abastece em postos conhecidos e paga à vista. Diz que para economizar mais ainda, enche os dois tanques do bruto no Brasil, na fronteira, antes de viajar para a Argentina onde o combustível atualmente está mais caro. Com isso ele vai e volta sem a necessidade de reabastecimento e economiza um bom dinheiro.

Outro carreteiro que viaja para a Argentina e igualmente prefere encher os dois tanques do seu Ford Cargo em território brasileiro é Luiz Fernando Baioco Madeira. Natural de Uruguaiana, ele tem 34 anos de idade e 10 anos de profissão e dirige um caminhão fabricado em 2001 na rota São Paulo – Buenos Aires. Como seus colegas também procura manter a manutenção totalmente em dia e fazer boa média. Para isso diz que não pisa fundo no acelerador e dirige de forma econômica e responsável.

Madeira destaca que em viagens longas, se conseguir economizar 100 litros já representa um bom dinheiro. Disse que roda uma média de 2,8 km/litro e costuma abastecer em postos conhecidos, com combustíveis de bandeira e procura pagar à vista para obter melhores preços e assim continuar lutando contra a crise.

O Carreteiro

 

 

Além disso, mudanças no Código de Trânsito aumentam valor das sanções para algumas infrações de trânsito

As multas de trânsito ficarão mais caras. O reajuste, de aproximadamente 60%, está previsto na Lei 13.281, publicada em maio de 2016, e passa a valer no dia 1º de novembro. Ss novos valores são os seguintes:

– Leves: passarão de R$ 53,20 para R$ 88,38 (3 pontos);

– Médias: passarão de R$ 85,13 para R$ 130,16 (4 pontos);

– Graves: passarão de R$ 127,69 para R$ 195,23 (5 pontos);

– Gravíssimas: passarão de R$ 191,54 para R$ 293,47 (7 pontos).

Conforme o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os valores das sanções não eram corrigidos desde o ano 2000. “Quando os condutores optam por cometer uma infração, eles têm que ser penalizados e isso tem que ter significado. Com o passar do tempo, o valor da multa foi perdendo significância quando o condutor o recebia. Ainda que tenha a pontuação – se passar de 20 pontos, se perde o direito de conduzir –, muitos se sentem realmente pressionados quando veem o valor mais elevado”, explica o coordenador de Educação do Denatran, Francisco Garonce.

Além disso, a lei alterou algumas infrações de trânsito, elevando a gravidade da punição. Veja algumas das mudanças:

Celular ao volante: infração gravíssima

Quem falar ao celular ou manusear o equipamento enquanto estiver dirigindo cometerá infração gravíssima, que tem multa de R$ 293,47 e soma 7 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Até então era infração média, já que era uma prática enquadrada como “dirigir com apenas uma das mãos”.

“O objetivo do legislador ao colocar isso de forma clara é que temos constatado que tem crescido muito o número de acidentes em virtude de as pessoas estarem distraídas manipulando os celulares. São acidentes que poderiam ter sido facilmente evitados”, explica Garonce. “As pessoas precisam se conscientizar de que aquela olhadinha para o celular te tira alguns segundos que podem ser a diferença entre você poder evitar um atropelamento, evitar uma colisão, ou não, porque seus olhos estavam para dentro do carro naquele momento”, reforça.

Estacionamento irregular em vagas reservadas: infração gravíssima

Quem estacionar irregularmente em vagas destinadas a pessoas com deficiência e a idosos também cometerá infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH. O veículo também será removido do local. O coordenador de Educação do Denatran esclarece: “para estacionar nessas vagas, o condutor precisa ter uma credencial que o autorize, concedida pelos órgãos de trânsito. Não basta que o indivíduo seja idoso ou uma pessoa com deficiência. A credencial tem que estar no carro e visível ao agente de trânsito”. Até então, essa infração era considerada média.

Excesso de peso: valores determinados

As mudanças também tratam do excesso de carga. Até então, o Código de Trânsito estabelecia um adicional à multa, conforme o peso excedente, em Ufir (Unidade Fiscal de Referência).

Com as alterações, os valores passam a ser especificados em reais, o que facilita o entendimento. Então, o infrator deverá pagar R$ 130,16, por estar cometendo uma infração média, mais a sanção equivalente ao peso da carga excedente:

– R$ 5,32 até 600 kg;

– R$ 10,64 de 601 kg a 800 kg;

– R$ 21,28 de 201 kg a 1.000 kg;

– R$ 31,92 de 1.001 kg a 3.000 kg;

– R$ 42,56 de 3.001 kg a 5.000 kg;

– R$ 53,20 acima de 5.001 kg.

Beber e dirigir: multa pode chegar a quase R$ 6 mil 

Com a mudança dos valores das multas, quem beber e dirigir e for flagrado em teste do bafômetro ou se negar a fazer exames para verificar o consumo de álcool e drogas pagará, no mínimo, R$ 2.934,70 (dez vezes mais que o valor da infração gravíssima). Mas se o motorista for reincidente nesse tipo de infração, a sanção dobra, e chega a R$ 5.869,40.

Além disso, o condutor fica com o direito de dirigir suspenso por 12 meses e deverá fazer curso de reciclagem.

Suspensão do direito de dirigir

O novo texto ampliou, ainda, os prazos mínimos de suspensão do direito de dirigir. Por exemplo: o motorista que somar 20 pontos da CNH no período de um ano, ficará de seis meses a um ano sem poder conduzir um veículo; se houver reincidência no período de 12 meses, perderá esse direito por, no mínimo, oito meses e, no máximo, dois anos. Antes, os tempos mínimos eram de um mês; para reincidentes, de seis meses.

Para as infrações que preveem, como punição, a suspensão do direito de dirigir, o prazo será de seis meses a um ano. Se houver reincidência em 12 meses, a suspensão vigorará de oito meses a um ano e meio.

Motoristas habilitados nas categorias C, D ou E que trabalham com transporte poderão optar por participar de um curso preventivo de reciclagem sempre que, no período de um ano, atingirem 14 pontos.

Os artigos que tratam desses temas ainda precisarão ser regulamentados pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Reajustes e publicidade

Outra novidade diz respeito à possibilidade de correção nos valores das multas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), até o limite da variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação, no exercício anterior. Mas os novos valores deverão ser divulgados pelo Contran com, no mínimo, 90 dias de antecedência da aplicação.

O texto prevê, também, que o órgão responsável deverá publicar, na internet, a arrecadação anual com multas e a destinação dos recursos

CNTTT 


Agentes de trânsito, os chamados "amarelinhos", vão passar a usar etilômetros, os populares "bafômetros", na rotina em Cuiabá a partir da semana que vem.

Os bafômetros registram o nível alcoólico através do sopro.

Pela lei, não é permitido dirigir com quantia de álcool acima de 0,34 miligramas no sangue.

Esta quantia é encontrada em uma tulipa de chopp por exemplo.

Um copo de cerveja, de 350 ml, demora cerca de 1 hora para diluir no organismo. Uma dose de pinga, tequila ou uísque, de 1 h e 15 minutos, e de vinho, 1 h e 25 minutos.

A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) anunciou na manhã desta quarta-feira (19) que comprou quatro equipamentos.

Os bafômetros já estão aferidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

O secretário de Mobilidade Urbana, Thiago França, explicou que foram comprados com dinheiro de multas de infrações registradas por radares.

Só em 2016, segundo o secretário, as multas aplicadas na capital renderam R$ 15 milhões.

Ele explica que os bafômetros dos "amarelinhos" vão se somar aos dos agentes de segurança pública que participam de blitzes da operação de lei seca, que costumam ser fixadas em locais próximos a bares, como a avenida do CPA.

"Eles vem para fortalecer não somente a operação lei seca, como também, podemos em conjunto com o Batalhão de Trânsito, fazer operações semanais em Cuiabá", comentou o secretário.

Diferentemente das demais capitais brasileiras, Cuiabá e Boa Vista, em Roraima, aparecem mal nas estatísticas de uso de álcool ao volante. Nestas duas cidades, cresceram em 15,8% as ocorrências em que esta combinação perigosa aparece.

O secretário Thiago destaca que os homens são os que mais fazem isso.

A lei

Beber e dirigir é considerada infração gravíssima.

O lei vigente impõe punição, como retenção do veículo e da CNH e suspensão do direito de dirigir por 12 meses mais multa de R$ 1.915,40.

Motos

Nesta quarta-feira, a Semob anunciou também a compra de oito motocicletas.

Segundo o secretário, elas vão proporcionam celeridade no atendimento a ocorrências de acidentes de trânsito.

Gazeta Digital

 



A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados realizará nos dias 24 e 25 de outubro o IV Seminário Internacional Mobilidade e Transportes, com o tema “Pensando as cidades do futuro”

Convidados discutirão experiências nacionais e internacionais de mobilidade nas metrópoles

O evento acontece das 8 às 18h40, no auditório Nereu Ramos, e é iniciativa da Universidade de Brasília (UnB), por meio do Programa de Pós-Graduação em Transportes (PPGT), e parceria com a Associação dos Consultores Legislativos.

Para o deputado Jaime Martins (PSD/MG), presidente da comissão, o seminário contribuirá para o enfrentamento dos desafios da mobilidade no Brasil.

“Vamos receber especialistas de vários lugares para refletir o desenvolvimento das nossas cidades. É um sublime gesto de unidade entre a Academia e o Legislativo a fim de buscar soluções inteligentes para o País” declarou.

Desafios

Os crescentes congestionamentos, que geram problemas ambientais, sociais e econômicos, combinados com a ausência de soluções integradas, são retrato da realidade das grandes cidades não só no Brasil, mas em todo o mundo.

A partir da apresentação de conceitos, teorias e experiências bem-sucedidas, os especialistas brasileiros e de outros países discutirão o tema divididos em seis sessões de debates. As inscrições são gratuitas e os certificados de participação serão concedidos apenas àqueles que tiverem um mínimo de 75% de presença.

CNTTT   

 

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